Meus Textos Favoritos: #LivroDDQ

  Peixes e Amores:

Dizem que depois do adeus vem a saudade
Que depois da saudade vem o arrependimento
Eu não me arrependo
Pulei do barco antes que ele afundasse
Eu queria apender a nadar
Eu precisava
Encontrei milhares de peixes
Me apaixonei por alguns deles
Os devorei
Aprendi hoje que peixes são mais bonitos de longe
No mar
Nadando
Eu não quero entrar de novo na sua embarcação
Sei que afundaríamos novamente 
Você também sabe
Apenas peço que pare de remar para longe 
Eu odeio te perder de vista
Dói
Desculpe pelo egoísmo, você faz parte de mim. 


esse texto faz parte do livro “Depois dos Quinze” da autora Bruna Vieira pela editora Gutemberg.

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Escrever não é brinquedo não. E amar também não…

Estou escrevendo uma fanfic sobre um casal de uma série que eu amo muito. A série que eu amo é “Sob Pressão” e o casal que eu amo no caso é o Evandro e a Carolina. Dois personagens que apesar de seus dramas serem um pouco diferentes dos meus, eu me identifico com os dois. Eu sabia que seria um desafio e tanto, só não imaginei que eu me apegaria tanto aos dois como eu me apeguei nos últimos dois meses. A série começou em 9 de outubro e a ideia de fazer uma fanfic dos dois me surgiu há duas semanas atrás quando eu estava triste por contas das desavenças dos dois. Ok, casais tem suas brigas, discussões. Mas eu sei que é ficção. Que não é realidade. Sei que a Marjorie não é a Carolina e que o Júlio não é o Evandro. Mas é muito complicado desvincular dos dois. Eu não consigo imaginar Carolina e Evandro “separados”, eu não consigo mesmo, e imaginar a série sem os dois, IMPOSSÍVEL apenas. 

Juntando tudo isso, eu decidi fazer a história, a minha história de Evandro e Carolina, para guardar, publicar, sei lá. Acho que é para eu sonhar com eles em uma noite em que eu me reviro nas minhas cobertas. É, deve ser. Não é fácil escrever. Não é. Nem sempre a inspiração acorda com você, e eu vivi isso ontem. Eu olhava, olhava para o Google Documentos e aqueles diálogos entre casal estavam brancos… que desespero! Faz quatro dias que eu me enfezei e coloquei na minha cabeça que vou escrever, não me importa se talvez ninguém leia, mas eu vou sempre dar uma espiadinha. Vai servir como o exemplo de que eu gosto de escrever, gosto de inventar e explorar realidades diferentes da minha. Sempre gostei. Quando eu conheci a Marjorie, isso lá em 2007 eu não imaginava que o meu amor por ela ia ser tão grande como é hoje. Sinceridade, eu não sabia que seria em grande proporções. Eu choro, dou risada, choro de novo… é incrível como ela me fisga, como as personagens dela me fisgam e me instigam. Oh, Deus, que amor é esse ein?  Eu tenho outros ídolos, mas o amor não chega aos pés do amor que eu sinto pela Marjorie, pelo trabalho dela. Não é.

É complicado essa coisa de “amor”, aliás, sempre foi. Agora que estou escrevendo, parece que eu entendo mais as pessoas. A Carolina entra em mim, uma coisa de ‘doido’ mesmo. Ela me possuí inteira. Ela que vai digitando a história por mim. Carambolas, é doideira demais, sô! O amor é complicado, e eu desvendo ele aos poucos, assim vou escrevendo a histórias dos dois com o meu olhar, com a minha visão. Eu comecei a me cobrar, isso na quarta feira. Só que eu me lembrei de que era um rascunho inicial, e que eu também não publicaria ( eu nem sei se vou publicar, oras bolas..) assim, sem minhas ‘considerações finais’ , sem edições em diálogos que eu acho que poderiam ser melhores. Essa semana de escrita foi quase que um reencontro com a Beatriz lá de 2009, que pegou a Marjorie Estiano ruiva ‘emprestada’ e lhe batizou de Beatriz.Sim, ela era eu, em uma versão de 20 anos mais velha, eu comecei a contar uma história da qual eu amaria ter vivido. É, essa fanfic nada mais é que um reencontro. Um reencontro de muitas fases que vivi. De amores que criei. De histórias inventadas e imaginadas…  

Altos e Baixos:

Vou confessar algo: tenho muitos altos e baixos. Não queria, mas não tem muito o que controlar. Já tentei de todas as maneiras possíveis, mas sempre acontece algo que me desestabiliza completamente. Perco o meu chão.

Eu acho engraçado as pessoas me criticarem e usarem isso contra mim em algo que todos podem sofrer. Não somos invisíveis aos tombos, quedas e solavancos que a vida nos prega a cada passo. Porém parece que uma boa parcela prefere ver com maus olhos e sempre usar isso a seu favor, os altos e baixos do seu  “adversário”. Sinceramente queria saber qual é a graça disso. Você se sente? Você fica se achando o máximo? Para a minha pessoa isso não tem uma explicação lógica, até porque não compreender os altos e baixos de alguém é não ter empatia. Esta aí algo que falta muito nos dias de hoje. EMPATIA. As pessoas amam criticar. Crítica deveria ser a palavra dos anos 2010 adiante, já que nada agrada as pessoas e se alguém gosta de algo, pronto, a pessoa já leva aquela ‘erguida’ que muitas vezes não foi nem pedida.

Deve ser muito louco mesmo achar que você nunca vai saber como é estar embaixo. Mais louco ainda é achar que você está imune a isso. As vezes a gente não espera, e quando vê você já ultrapassou até o limite do fundo do poço. Okay, as pessoas não estão interessadas nisso. Elas querem estar por cima, sempre. Não importa se para isso tenham que pisar em pessoas na quais já te ajudaram pra caramba. Alias o que importa é que você chegue lá. Altos e baixos é o normal de uma vida. Preciso colocar isso na minha linda cabeça? PRECISO. Literalmente. Os meus altos e baixos são tão constantes que eles já viraram meus melhores amigos. Parceiros de longa data.

Vou me desprender deles? Não. Eles vão me fazer companhia pela minha vida todinha. Aprender a conviver com ele é o meu aprendizado. Felizmente ou infelizmente; tenho 19 anos e as pessoas acham que eu faço parte da geração “nutella”. Você que ama ficar fazendo comparações injustas até, pare de usar a nutella como um rótulo. Nutella é uma delicia. Rotular não. Conheci pessoas de 15 a 20 anos que são mais maduros e conscientes do que muita gente de 30 que fica se gabando de coisas que as vezes nem sabe o que é.

E posso te afirmar que isso não é bacana, o legal seria se você adquirisse conhecimento através dos altos e baixos que vida prega, nisso a nossa geração “nutella” pode dar um baile fácil em cima de vocês. Não confunda pouca idade com imaturidade. Para por aí se não quiser falar merda, o que pessoas de 30 que mais parecem que estão na educação infantil amam fazer, graças a deus que tem uma boa parcela de pessoas que pensam fora da caixinha e junto com os aprendizados dos altos e baixos que só avida proporciona, elas podem enxergar muito além… basta ter um pouco de empatia pelo próximo.

Não dá para não te amar:

Eu já tentei. Mas é impossível. Não tem como, tirar você da minha vida não está no meus planos. Nunca esteve. Você já faz parte da minha vida, tirar você daqui me traria muito sofrimento. Ok, o nome disso é amor. Uma palavrinha pequena, mas que dói muito. Pesa no final das contas.

Mas ao mesmo tempo é muito gostoso te amar. É algo indescritível. Um amor que cresce e me transforma de uma maneira que que não sei explicar. Não é loucura, afinal teve ter um porque de eu te amar tanto. Tem que ter uma explicação. Não sei quando ela vai vir, mas se ela chegar por aqui vou ficar feliz em saber. Afinal temos muito em comum. Queria te ver, queria conversar com você. Queria sentir o seu perfume… qual você usa? Queria te ter bem pertinho de mim. Ah, eu te amo tanto! Tenho tantas histórias para te contar, desde o momento que te conheci, sabia que não era em vão esse amor.

Eu adoro te ver, nem mesmo que seja de longe e você nem saiba que estou fazendo isso. Mas já me faz tão feliz. Quando eu te ver pessoalmente, eu não sei qual vai ser a minha reação, afinal, espero tanto por esse momento…

Eu não sou mais a mesma e isso não é um problema!

Eu não sei o que está acontecendo ultimamente. As pessoas me olham torto, e não conseguem ver o que me fez mudar. Eu mudo constantemente, e isso nunca foi um problema para a minha pessoa, nunca mesmo. Porém ultimamente, as pessoas não estão na mesma -sintonia- em questão a isso. Eu estou errada, e todo mundo tá certo? Será que existe um ‘certo’ para alguma coisa? Eu sou uma péssima pessoa? Um turbilhão de pensamentos, um monte de perguntas que borbulham e fritam meu pobre cérebro, e não consigo focar. Focar em nada. Não, eu não acredito que eu estou errada, ou estou certa em relação a todas as questões do planeta terra, não sou dona da razão.

Eu mudei muito nos últimos três anos. Desde de 2015 eu vivo uma constante mudança, em relação a tudo. Tem certos assuntos dos quais minhas opiniões divergiram e mudaram, todos nós temos direito a isso. Só que tem um ponto: Nem todo mundo aceita ou melhor, respeita isso. Fulano não quer saber o que te fez mudar, o que motivou a fazer as mudanças de pensamento, de estilo, o que seja… ninguém quer! Eu até uns dois meses atrás, estava convicta de que eu era ‘bem aceita’, porém vejo esse cenário desmoronar dia após dia. Cada coisa que vejo (que infelizmente não tem a opção ‘desver’), cada coisa absurda que eu escuto, e as vezes é mais doloroso, porque é sobre quem sou, no que eu acredito. Isso me deixa abalada. Não vou entrar em méritos ‘políticos’ mas na questão de ser quem eu sou, de como quero ser, no que eu acredito e no que deixo de acreditar, isso me afeta. As pessoas ligam o ‘dane-se’ para você, ninguém quer saber como você está, no que te fez mudar, ter respeito as suas opiniões sem deixar você com uma puta raiva e vontade de escrachar umas boas verdades na cara do fulano. Mas penso, quem eu sou? Uma garota de 19 anos, sustentada (ainda) pelos pais. Isso me chateia, me revolta. Mas lembro que tudo tem seu tempo, eu tenho meu tempo. Não preciso me achar um lixo por conta disso. Eu vou estudar, vou alcançar meus objetivos, minhas metas, minhas felicidades, minhas viagens, meus sonhos. Eu não sou a p*rra das expectativas, opiniões dos outros, eles não vivem minha vida, não setem o que eu sinto. E apesar de todas as divergências , de eu discordar , eu respeito e não fico irritando, afrontando e ‘tirando uma’ da cara de alguém, isso eu não minto, é um exercício mental diário, mas dá aquela vontade de escrachar tudo que está entalado na minha garganta.

Eu me esforço porque apesar disso, eu entendo e compreendo as ‘pessoas’. Dou uma nova chance. Mas tem hora que a paciência e nem a minha boa vontade me ajuda mais. Até porque eu ficou balbuciando o que vou falar e resolvo deixar pra lá, porque ninguém vai me entender, entender os meus motivos. -Hey, hora de se sentir sozinha, de se achar uma pessoa ridícula-. Eu não quero, eu tenho direito, poxa! Direito de pensar, direito de ser quem eu quero. Eu não preciso da aprovação de ninguém, eu quero ser feliz. Eu não sou um suco do supermercado que é rotulável. Não, eu sou uma pessoa de carne, osso e sentimentos, igual a você. Mas okay, mais exercícios para mana aqui! Mais trocentos anos de vontade de sair correndo e dizendo que não sou uma piada, uma merda. Que tenho minhas expectativas, minhas esperanças, meus sonhos, e não preciso de pessoas que me coloquem pra baixo, no fundo do poço, para escrachar na minha cara que ‘sonho alto demais’, que penso que as coisas são ‘fáceis’. Eu sei sei que não são, mas posso lutar para tudo isso seja real. Que vire uma realidade.

Eu gosto do meu cabelo curto. Mas posso deixá-lo crescer. Quero pintar eles de ruivo, eu posso. As pessoas reclamam, dizem que eu tenho que deixar crescer e deixá-lo intocável. Mas eu não quero. Ele é uma parte da minha pessoa. Do que eu sou. Simples assim.

Mil te criticam, nenhum te ajuda. Se te ajuda, vem tacar na sua cara. Se você revida, você é a ‘errada’. Besteira você gostar de alguém que não te conhece. Mas eu amo. Amo muito, me identifico. Quero conversar. As pessoas falam, falam, não te deixa falar nada. Reclamam que você é quieta. Você diz ‘a’ e te recriminam. Você conta dos seus planos para o futuro. Os outros riem da sua cara. Eu não aguento mais. Tô exausta disso.

Só quero ser feliz. Me deixa p*rra! Quero viver. Sem rótulos! Sem gente vir dizer que é um ‘ verdadeiro absurdo’. Eu quero ser eu, nas minhas constantes mudanças. Ninguém precisa concordar, apenas respeitar. Só isso. Eu sou assim. Sou humana. E não, isso não é um problema. É a solução!

Vamos Conversar Sobre o Blog?

Um ano quase. Sim queridos, o blog ficou muito tempo parado, e olha não foi fácil não! Aliás a pessoa que vos fala aqui, passou por um com altos e baixos (mais baixos do que altos) e então, não consegui mantê-lo como eu queria. Eu sou uma pessoa que é bem categórica no quer, e posso dizer até determinada. O blog sempre esteve na minha listinhas de finais e inícios de anos, porém já iniciei uns três e já os excluí por não ter tanta determinação e perseverança como eu esperava que eu tivesse, e aí queridos, foram todos por água a baixo… literalmente!

Muitas pessoas dizem que sou uma pessoa muito criativa e que eu escrevo muito bem (alias obrigada a quem me diz isso) e que não deveria ser tão insegura e não desaminar fácil como eu faço. O problema são as fases que passo durante um ano inteirinho, e olha, não são poucas! Tem dia que eu acordo muito criativa, quero escrever milhares de histórias, vários textos, escrever minhas Fanfics, e no outro dia, bem, as coisas vão a estaca zero. Eu acordo sem vontade de sair da cama, sem ânimo pra nada, nadinha. E quando isso acontece eu vou ao fundo do poço bem rapidinho. Mas consigo me levantar. Sim, eu consigo. Na virada de 2017 para 2018 eu tinha prometido que eu não ia desistir dos meus sonhos. Não, eu não iria. Por mais absurdos e complicados, eu não iria desistir. Eu estou aqui novamente. Uma fênix? Não sei.. mas tenho esses ‘variantes de humor’ que com certeza vão virar vários posts aqui no blog. Ah, sim, como diz o título da postagem, o que vai acontecer com blog? Então, eu vou mantê-lo no ar, e vou postar com mais frequência. Tenho muitos assuntos para colocar em pauta, tenho ideias que tenho que por para fora da minha cabecinha e compartilhar na internet, e fora isso eu não posso desistir dos meus sonhos e objetivos! Não, não! Então, essa semana pode ter uma porrada de posts, na próxima pode ser menos. Mas quero sempre estar por aqui. Quero contar histórias, quero compartilhar elas, e muito mais que tem na minha cabecinha ❤ e olha, são várias! Tem tantas coisas que merecem ser compartilhadas, e eu quero muito compartilhar aqui! De início vai ser difícil, mas tenho certeza que me dedicando vai ficar mais fácil.

-Eu amo criar textos, criar personagens e histórias. O blog vai me ajudar nisso! Quero ser escritora. Eu sempre amei escrever. Minha aula favorita no colégio era português. E fora isso, eu crio até trilha sonora para os meus personagens… são tantas coisas! Mas vamos fazendo com calma e por partes, eu não posso ficar afobada ( he he he ) se não desanda tudo, e eu não quero isso! Eu vou estar aqui pensando em conteúdos, em histórias e em muito mais que eu amo fazer e trazer para cá. ❤

beijos, e até daqui a pouco ❤

Bia ❤

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Uma Música, um amor:

Já parou para e perguntar quantos amores você já teve? Eu digo todos. Desde de os ídolos que temos durante as nossas vidas até um amor platônico. Ou um carinha que você encontrou ou se esbarrou por aí. Me diga, quantos?

Poderia dizer que eu já tive muitos. Como diz Rita Lee em sua música “minha vida”, foram estrelas da TV, personagens do meu livro de memórias (mais conhecido como meu bom e velho diário), e entre todos os amores, de você me lembro mais... e sabe porque? Eu escuto uma música e pá! Você está lá, nos meus melhores e maus momentos. Todos eles você me ajuda a enfrentar, talvez você não saiba, talvez você nunca ouviu falar de mim, mas eu sei tudo sobre você… quer dizer, o que eu encontro no Google nas horas em que eu não estou fazendo alguma coisa útil da vida, como estudar, arrumar algo para comer, ouvir uma música, assistir alguma coisa bacana na televisão, ou qualquer outro compromisso que eu tenha, você está lá. Não tem jeito. Como eu te disse, um amor não se passa assim como um furacão ou como uma tempestade e simplesmente vai embora. Não, não, não! Ele fica ali, dentro do nosso coração esperando a hora certa de aparecer e até nos darmos conta de que ele pode ser infinito, ou não. Depende.

Escuto música todos os dias, tenho essa mania um tanto quanto bizarra, e quando estou lá, em transe, eu fico imaginando como seria se eu te encontrasse, se eu te conhecesse, se eu esbarrasse em você em alguma esquina dessa louca Sampa… crio clipes onde você é a protagonista. Onde nós somos próximas o suficiente para nos divertimos no embalo da canção que toca ao fundo. Ninguém entende, e as vezes, eu não entendo. Mas quer saber, eu não faço questão nenhuma disso! Quero continuar passando as noites inventando clipes, amores e historias, e quem sabe sonhar muito com você. Um amor descompensado, um amor que faz sorrir, ora faz chorar. Mas não consigo me ver sem esse amor por você. Você de alguma maneira, faz parte de mim. Ah, sim! as nossas músicas escuto em replay infinito! Porque assim, posso me sentir perto de você, como eu gosto de estar! Histórias nossas eu já vivi, pelo menos na minha divertida mente. ❤